L
E
T
R
A
S
não se encaixam em qualquer pensamento
não formam apenas frases com sentido
não vivem por troca de ações
e ainda assim são trocadas
são espalhadas pelo mundo
difamadas em junções vulgares
são necessárias para a divulgação
para a transmissão de conhecimento
importantes, não por um motivo óbvio
e simplesmente por motivo nenhum.
Você se expressa sonoramente
e então elas se unem, e escrevem auditivamente
o que você fez.
São mágicas, invenções antigas
e de vida útil sem data de validade.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Eu não tenho facebook
Eu não faço questão
de associar-me a um vício
de entregar-me ao comum.
Eu não quero ser mais um
no meio desse furacão
girando à caminho do ralo.
Eu não sonho com vários amigos
ou com pessoas curtindo o que falo.
Não desejo outra plataforma de comunicação
e continuarei a dizer NÃO...
Só assim para eu perceber
quem são os importantes
e quem ainda quer ser...
VIVA A FALTA DE TECNOLOGIA
VIVA O DESINTERESSE POR REDES SOCIAIS.
de associar-me a um vício
de entregar-me ao comum.
Eu não quero ser mais um
no meio desse furacão
girando à caminho do ralo.
Eu não sonho com vários amigos
ou com pessoas curtindo o que falo.
Não desejo outra plataforma de comunicação
e continuarei a dizer NÃO...
Só assim para eu perceber
quem são os importantes
e quem ainda quer ser...
VIVA A FALTA DE TECNOLOGIA
VIVA O DESINTERESSE POR REDES SOCIAIS.
domingo, 27 de novembro de 2011
Passa e fica
Passou como tudo passa
e algo em tudo que passa fica
passou porque tudo passa
porque tudo se pacifica!
e algo em tudo que passa fica
passou porque tudo passa
porque tudo se pacifica!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Capital
Eu saio na rua
em um dia de sol primaveril
o vento fazendo balançar o vestido
e os cabelos ondulados.
As pessoas andam rápido
pelas ruas da cidade grande demais
para um trânsito tão tumultuado.
Eu costumo observar a todos
os gestos, as manias
porém em um instante
algo me tirou o foco.
Um alguém, no alto.
Voando sobre o terraço
tapando meu sol, sombreando minhas coordenadas.
Não era um pássaro, nem um avião
não era o super-homem ou um anão
era uma nuvem de fumaça
embaçando completamente e pra sempre
a natural e viva visão urbana.
em um dia de sol primaveril
o vento fazendo balançar o vestido
e os cabelos ondulados.
As pessoas andam rápido
pelas ruas da cidade grande demais
para um trânsito tão tumultuado.
Eu costumo observar a todos
os gestos, as manias
porém em um instante
algo me tirou o foco.
Um alguém, no alto.
Voando sobre o terraço
tapando meu sol, sombreando minhas coordenadas.
Não era um pássaro, nem um avião
não era o super-homem ou um anão
era uma nuvem de fumaça
embaçando completamente e pra sempre
a natural e viva visão urbana.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Turbillhão
e a gente escreve sem pensar
a gente sonha sem amar
e a gente briga por brigar.
o tempo vem, voa e morre
passa a todo momento
em cada segundo presente aqui
aí, onde quer que você esteja.
e assim a gente vive
um sem o outro
ao lado, na solidão
chorando ao contrário
fugindo da imensidão.
paixão, amor, ilusão
escola errada de sentimentos
vida passada, sofrendo com os tormentos
Solidão, dor, medo
e tudo acaba, ou começa
quando o meteoro cai
e a bomba explode
quando a chuva cessar
sem aviso ou anúncio.
tic-tac....
a gente sonha sem amar
e a gente briga por brigar.
o tempo vem, voa e morre
passa a todo momento
em cada segundo presente aqui
aí, onde quer que você esteja.
e assim a gente vive
um sem o outro
ao lado, na solidão
chorando ao contrário
fugindo da imensidão.
paixão, amor, ilusão
escola errada de sentimentos
vida passada, sofrendo com os tormentos
Solidão, dor, medo
e tudo acaba, ou começa
quando o meteoro cai
e a bomba explode
quando a chuva cessar
sem aviso ou anúncio.
tic-tac....
sábado, 12 de novembro de 2011
O tempo dilata
Tempo é algo relativo demais
pra se gastar ou perder
se perdemos tempo fazendo de novo
então perdemos cada segundo de ar respirado
pra se gastar ou perder
se perdemos tempo fazendo de novo
então perdemos cada segundo de ar respirado
domingo, 6 de novembro de 2011
Esquecimento vão
O fósforo acendeu
com o pequeno risco que deu
soltou faíscas até em chamas ficar de vez
Queimou, tudo ao seu redor
mesmo sem enxergar absolutamente nada
Fez das cinzas um recomeço
para que o passado apagasse de vez.
Mas ali estavam, cinzas.
Fazendo volume em seu precioso espaço
incapazes de serem esquecidas completamente.
Ali estava, pó.
Guardando na memória
o dia em que tentou se desfazer de tudo.
Em vão, nada é apagado assim
nada se esquece de repente
com faíscas e fogo.
Tudo se vai, com o tempo...
e tudo volta, como o vento.
com o pequeno risco que deu
soltou faíscas até em chamas ficar de vez
Queimou, tudo ao seu redor
mesmo sem enxergar absolutamente nada
Fez das cinzas um recomeço
para que o passado apagasse de vez.
Mas ali estavam, cinzas.
Fazendo volume em seu precioso espaço
incapazes de serem esquecidas completamente.
Ali estava, pó.
Guardando na memória
o dia em que tentou se desfazer de tudo.
Em vão, nada é apagado assim
nada se esquece de repente
com faíscas e fogo.
Tudo se vai, com o tempo...
e tudo volta, como o vento.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Egoinstante
Pensamos em ficar sós
mas não para sempre
Pensamos apenas em nós
fugindo do instante presente
E assim pecamos
com as leis terrenas
com as leis das coisas pequenas
Assim passamos
os momentos vitais
mas jamais vividos
sonhos obscurecidos
Imaginamos o improvável
o impossível que não se realizará
se apenas em nós mesmos
egoinstantemente cada um pensar.
mas não para sempre
Pensamos apenas em nós
fugindo do instante presente
E assim pecamos
com as leis terrenas
com as leis das coisas pequenas
Assim passamos
os momentos vitais
mas jamais vividos
sonhos obscurecidos
Imaginamos o improvável
o impossível que não se realizará
se apenas em nós mesmos
egoinstantemente cada um pensar.
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